0101 · Enquadrar a decisão
Definimos o problema, as pessoas afetadas, o resultado observável e as fronteiras do que não deve ser automatizado. Uma formulação precisa evita construir a solução certa para a pergunta errada.
- objetivo de negócio e critério de sucesso
- responsáveis, usuários e decisões sensíveis
- hipótese que pode ser validada com evidência
0202 · Instrumentar o contexto
Mapeamos processo, dados, fontes, identidades, integrações, permissões, exceções e métricas. O que não pode ser observado, atribuído ou interrompido também não pode ser governado.
- qualidade e disponibilidade das fontes
- dependências e pontos de falha
- linha de base de custo, tempo ou qualidade
0303 · Validar a menor hipótese útil
Testamos um fluxo delimitado com casos representativos e critérios explícitos de qualidade, latência, custo e risco. Resultado insuficiente não é escondido: ele informa a próxima decisão.
- casos normais, exceções e falhas esperadas
- avaliação humana e métricas técnicas
- decisão documentada de avançar, ajustar ou interromper
0404 · Operar e evoluir
A implementação chega à operação com limites, registros, aprovação humana, fallback, resposta a incidentes e responsabilidade definida. A melhoria continua parte de evidências reais, não de percepção isolada.
- versionamento e observabilidade
- aprovação separada da execução
- ciclo de avaliação, aprendizado e revisão